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terça-feira, 16 de setembro de 2014

Papa deixa cheques de R$ 60 mil para favela e hospital brasileiros


Papa deixa cheques de R$ 60 mil para favela e hospital brasileiros


O papa Francisco deixou um cheque de 20 mil euros (cerca de R$ 60 mil) para a comunidade da Varginha e outro no mesmo valor para o Hospital São Francisco, dois lugares que visitou durante a viagem ao Rio de Janeiro.


A informação é do arcebispo do Rio, d. Orani Tempesta, em entrevista ao jornal RJ-TV, da Rede Globo.O dinheiro será usado para melhorias na favela, a serem decididas pelos moradores, e no centro de recuperação de dependentes de drogas que começa a funcionar em julho no hospital.

Presidente do comitê organizador da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), d. Orani disse que o encontro católico "superou as expectativas" e que o momento mais tenso foi a transferência dos dois últimos eventos de Guaratiba, na zona oeste, para a Praia de Copacabana, na zona sul."Era um sonho que tínhamos (fazer a vigília e a missa de encerramento no Campo da Fé, que se tornou um lamaçal). Os produtores ficaram chateados, mas existe um jeito brasileiro de resolver as coisas na última hora", afirmou o arcebispo. As informações são da Agência Estado.


Ônibus de romeiros da JMJ colide com caminhão em Guararema

Ônibus de romeiros da JMJ colide com caminhão em Guararema

Dezenas de romeiros ficaram feridos depois que o ônibus que os transportava da Jornada Munidial da Juventude (JMJ) do Rio de Janeiro para São Roque colidiu com um caminhão. O acidente foi na  Rodovia Presidente na altura do quilômetro 175, no trecho de Guararema na madrugada desta segunda-feira (29).
 
O motorista do caminhão que se envolveu no acidente foi quem registrou o boletim de ocorrência em Guararema. Ele contou à polícia que seguia sentido São Paulo, quando o ônibus bateu na traseira do caminhão e tombou em seguida. Segundo a polícia, o ônibus levava romeiros para a cidade de São Roque. No boletim consta que 13 pessoas ficaram feridas e foram encaminhadas para hospitais de Guarulhos, Jacareí e Mogi das Cruzes.
 
A CCR NovaDutra informou que a pista onde o acidente aconteceu está liberada desde 3h e o trânsito no local era normal por volta das 7

Especialista diz que racismo na internet também é crime

Especialista diz que racismo na internet também é crime

Agência Brasil -  A sociedade brasileira vem acompanhando diversos casos de ofensas racistas contra jogadores de futebol. O mais recente episódio ocorreu no fim do mês passado, quando o goleiro Aranha, do Santos, foi chamado de macaco durante partida contra o Grêmio. Mas não é só dentro dos campos que esse crime é praticado. Muita gente usa as redes sociais e a internet. Recentemente, ao postar uma foto ao lado do namorado, uma jovem negra foi ofendida por usuários de uma rede social.
O coordenador do Plano Juventude Viva da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), Felipe Freitas, explica que a rede mundial de computadores reflete o comportamento da população. “Se o racismo é um fenômeno social, a internet é um espaço onde esse fenômeno também se manifesta. Não é a internet que os cria. Apenas dá mais visibilidade”, salienta. Segundo ele, o uso da rede dá uma falsa sensação de anonimato.
No Brasil, o racismo é considerado crime inafiançável e imprescritível. Isso significa que uma pessoa pode ser punida muito tempo depois da infração. As penas previstas variam de um a cinco anos de reclusão, dependendo do caso. Conforme o coordenador, o fato da ofensa ser presencial ou pela internet não altera a denúncia. Qualquer espaço pode ser usado. “Na Seppir, temos a ouvidoria, que pode ser acionada por telefone ou internet. As delegacias precisam estar prontas para receber essas denúncias, assim como o Ministério Público e as defensorias públicas”, cobra Freitas.
Especialista em direito digital, Fabrício Alves observa que algumas providências podem ser tomadas para auxiliar a polícia na investigação. Além de não incentivar o debate, a pessoa ofendida deve registrar as ofensas. “Registrar, por meio de impressão, anotar o endereço da página para identificá-la posteriormente e, imediatamente, procurar a policia. "Se, antes de comunicar à autoridade policial e à Justiça, ela pedir para remover o conteúdo, estará dificultando a produção de provas”, comenta o advogado.
O Marco Civil da Internet, que entrou em vigor em junho deste ano, traz regras sobre direitos e deveres de usuários e provedores. Conforme Fabrício Alves, alguns aspectos que podem auxiliar na investigação de crimes cometidos na rede precisam ser regulamentados. É o caso dos artigos 13 e 15, que tratam do armazenamento obrigatório de informações. “Para efeito de investigação, isso é extraordinariamente positivo, porque representa uma forma inovadora de se produzir provas contra o cidadão que usa a internet indevidamente. Só que esses pontos ainda não foram regulamentados. O marco civil prescreveu a obrigatoriedade do Poder Executivo regulamentar por decreto”, assinala Alves.
Para que um provedor retire do ar conteúdo ofensivo a um usuário, é preciso recorrer à Justiça. Com a notificação judicial, a empresa passa a ser responsabilizada pela manutenção do material. O próprio marco civil estabelece que, caso não remova o conteúdo, a empresa responderá por eventuais danos.
A maioria das redes sociais já disponibiliza canais para denúncias. Segundo o advogado, geralmente as empresas atendem aos pedidos. Ele afirma que, apesar da legislação não estabelecer prazos para retirada de materiais ofensivos da rede, a jurisprudência fixa um período de 24 horas a partir da notificação.
Felipe Freitas acredita que a população brasileira vem amadurecendo com relação ao racismo. Entretando, alerta para a necessidade de capacitação dos profissionais que tratam dos casos. “Temos parcerias com os ministérios públicos e com o Conselho Nacional do Ministério Público (Cnmp) para capacitar operadores da área. Falta apenas mais diálogo com o judiciário, com a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e com as defensorias públicas", conclui.


Mulher se 'refresca' no espelho d'água do Congresso

Mulher se 'refresca' no espelho d'água do Congresso

 a Polícia Legislativa deteve na manhã desta terça-feira (9) uma mulher de 34 anos que tomava banho no espelho d’água do Congresso Nacional. Os termômetros marcavam 29°C no momento do flagrante e, ao G1, Célia Souza Cruz disse que queria "se refrescar".
Natural de Parauapebas, no Pará, a mulher afirmou está há quatro dias na capital federal. Depois de dizer que não tinha dinheiro para voltar para casa, os agentes deram a ela R$ 20. A mulher não disse a razão pela qual está em Brasília.
A mulher tomou banho de roupa – ela usava um vestido vernelho e, após sair da água, calçou um tênis e pôs um chapéu rosa. Célia também carregava um saco plástico amarelo. O G1 informou que procurou a secretaria-geral do Senado, que disse não ter informações sobre o caso.
 

Grupo de sem-teto que resistiu à reintegração de posse é detido pela PM

Pesquisa indica que 94% dos moradores das favelas do país se dizem felizes

Agência Brasil - Um grupo de integrantes da Frente de Luta por Moradia (FLM) que resistiu a uma reintegração de posse foi detido pela Polícia Militar por volta das 10h30 de hoje (16) em São Paulo. O número de pessoas conduzidas não foi informado, mas lotou a capacidade de um microônibus.
A ação de desocupação do prédio localizado na Avenida São João, próximo ao cruzamento com a Avenida Ipiranga, região central da capital paulista, segue de forma violenta e já dura mais de duas horas. A Tropa de Choque usou bombas de efeito moral e gás de pimenta. Mascarados se juntaram ao protesto e atiraram pedras contra os policiais. Dois caminhões do Corpo de Bombeiros ajudam a apagar vários focos de incêndio em barricadas feitas pelos manifestantes.
Das cerca de 200 pessoas que ocupavam o imóvel, parte se dispersou, mas algumas resistiram dentro do prédio até que a entrada da Tropa de Choque. Essas famílias, a maioria formada por mulheres, gestantes e crianças, jogaram lixos e entulhos das janelas do imóvel, que tem 20 andares e a polícia revidou com bombas. Pelos menos duas mulheres e um policial ficaram feridos.
Duas vias importantes no centro da cidade permanecem bloqueadas, as avenidas São João e Ipiranga. Um grande aglomerado de curiosos se formou em volta do tumulto.
Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), a juíza Maria Fernanda Belli, da 25ª Vara Cível do Foro Central, determinou a reintegração de posse do prédio, a pedido da empresa proprietária do imóvel, a Aquarius Hotel Limitada. A Justiça requisitou o apoio da Polícia Militar na desocupação.


Diretor de esportes diz que Bahia e Joia não serão punidos por confusão no estádio

Diretor de esportes diz que Bahia e Joia não serão punidos por confusão no estádio

A partida do Esporte Clube Bahia contra o Figueirense, realizada no domingo (14), no estádio Joia da Princesa, pela 22ª rodada do Campeonato Brasileiro, a segunda do clube baiano em Feira de Santana, foi marcada mais uma vez por polêmica.
Integrantes da torcida organizada Bamor invadiram uma área reservada aos torcedores do time catarinense para tirar uma faixa da equipe visitante, que estava fixada nos alambrados do estádio, o que deu início a uma confusão nas arquibancadas do Joia, porém, controlada rapidamente com a intervenção da polícia, que conseguiu deter alguns desordeiros.

De acordo com o diretor de esportes do município, Emerson Brito, toda a confusão foi criada pelos tricolores. “Os responsáveis são os próprios torcedores da torcida Bamor, que vieram com intuito de bagunçar o ambiente. Mas nem o time nem o estádio tem culpa”, relatou.
Emerson Brito disse ainda que é totalmente descartada a possibilidade de ter uma penalidade, tanto para o Bahia quanto para o Joia da Princesa. “Estamos com todos os laudos totalmente aprovados, sem nenhuma restrição: o laudo de engenharia, Vigilância Sanitária, dos Bombeiros, o laudo da PM e da Defesa Civil. Nós obedecemos rigorosamente o Estatuto do Torcedor”, frisou.
Ele informou que a CBF solicitou, através da Federação Baiana de Futebol, câmeras com circuito interno e externo. “Houve a prevenção já que temos um alambrado que separa a torcida,  e a polícia fez o cordão de isolamento. Houve também a identificação dos torcedores. A comprovação da identificação e detenção do infrator, com apresentação à autoridade policial competente e registro do Boletim de Ocorrência exime a entidade de responsabilidade, ou seja, é zero a punição tanto para o Bahia como para o estádio”, afirmou.

O diretor de esporte encaminhou o Boletim de Ocorrência (BO) para o Bahia e para a Federação Baiana. O Bahia jogou no Joia da Princesa para cumprir uma punição imposta pelo STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva) por conta da superlotação na derrota por 2 a 0 para o Santos, no mesmo estádio, no dia 28 de maio, pela 8ª rodada do Brasileirão.


LARANJAS DO JATO DE CAMPOS QUEREM PAGAR INDENIZAÇÕES


Avião que caiu em Santos com a comitiva do candidato à Presidência do PSB, Eduardo Campos, estava registrado na Anac em nome do grupo A.F. Andrade, mas foi vendido em contrato polêmico aos empresários pernambucanos João Carlos Lyra Pessoa de Mello Filho e Apolo Santana Vieira; segundo o advogado da dupla, eles decidiram pagar as indenizações aos donos dos imóveis por "razão humanitária", mas não pretendem fazer o mesmo aos familiares das vítimas

Do 247 

Designados como donos do jato Cessna Citation, os empresários pernambucanos João Carlos Lyra Pessoa de Mello Filho e Apolo Santana Vieira querem indenizar os donos dos imóveis danificados no desastre ocorrido em Santos.

A bordo da aeronave se encontravam o presidenciável Eduardo Campos (PSB) e mais quatro pessoas de sua comitiva, além de dois pilotos. 

O jato estava registrado na Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) em nome do grupo A.F. Andrade, dono de usinas de açúcar. Em maio, em contrato polêmico, Mello Filho e Vieira acertaram a compra do avião. Mais de 16 depósitos bancários de empresas diferentes quitaram as parcelas do financiamento.
Segundo o advogado da dupla, eles decidiram pagar as indenizações aos donos dos imóveis por "razão humanitária", mas não pretendem fazer o mesmo aos familiares das vítimas.