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sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Deu no Sulanca News Santa Cruz não tem prefeito, tem dono!


Neste momento da política de Santa Cruz do Capibaribe, pode-se dizer, que o prefeito da cidade, é hoje “intocável”, e ai, daqueles que ousarem qualquer tipo de crítica. Locutores e analistas políticos já experientes, na hora da crítica, tratam de justificar antes, numa demonstração da força de Edson Vieira.

O “Menino de Zinha” sai da condição de prefeito para ser uma espécie de dono da cidade, deitando e rolando em uma aprovação de 84%, em pesquisa que não se mostra e não se sabe detalhes.
Edson está podendo tudo, mesmo que a dita cuja da pesquisa ninguém veja, mas sua mídia e seus vereadores arrotam tal aprovação. Pois bem, aí qualquer denúncia é desconsidera e nem respostas são dadas.  No caso da denúncia do radialista Isac Moura sobre as condições do lado pobre do hospital (Parte de traz) os vereadores se calaram na reunião em que alguém da oposição falou sobre o caso.
É assim mesmo, o prefeito já realizou dois festejos juninos com sucesso, mas prestar contas que é bom nada.
Edson Vieira faz um governo de ostentação e nobreza, esbanjando poder. Ele faz bem, 84% de aprovação em plena época eleitoral com a cidade dividida politicamente, não é para todo mundo.
Como diria um amigo meu: mentira por mentira, eu gosto é das minhas...

Por Marcondes Moreno

BB volta a ser o maior banco do país em ativos


O Banco do Brasil ultrapassou o Itaú Unibanco e voltou a ser a maior instituição em ativos no país. No segundo trimestre deste ano, os ativos totais do banco público chegaram a R$ 598,839 bilhões. O crescimento foi de 43,9% em 12 meses e de 1,2% em relação ao resultado do primeiro trimestre de 2009. Já os ativos do Itaú Unibanco atingiram R$ 596,4 bilhões ao final do segundo trimestre.


O BB havia perdido a liderança com a fusão do Itaú com o Unibanco. Segundo o banco público, nos ativos consolidados do segundo trimestre já foram consideradas todas as participações em empresas financeiras e não financeiras, assim como as incorporações do Banco do Estado do Piauí (BEP) e do Banco do Estado de Santa Catarina (Besc) e a aquisição do controle acionário do Banco Nossa Caixa.


No primeiro semestre de 2009, o Banco do Brasil registrou lucro líquido de R$ 4,014 bilhões. Se forem desconsiderados os efeitos extraordinários, o lucro recorrente chegou a R$ 3,3 bilhões de janeiro a junho, montante 7,5% superior ao observado no mesmo período de 2008.


Apenas no segundo trimestre, o lucro líquido atingiu R$ 2,348 bilhões, crescimento de 41% em relação ao do período de janeiro a março deste ano e de 42,8% sobre o do mesmo período do ano anterior.


A carteira de crédito do Banco do Brasil encerrou junho em R$ 252,5 bilhões, expansão de 32,8% em 12 meses e de 4,4% na comparação com a do primeiro trimestre. Ao final do semestre, o volume de atraso acima de 90 dias, o que é considerado inadimplência, foi de 3,3%, superior aos 2,5% observados em junho de 2008, porém, inferior aos 4,4% apresentados pelo Sistema Financeiro Nacional.

Criaturas mitológicas aterrorizam diferentes países do mundo


Assim como existem diversos mitos, também há muitas pessoas que acreditam neles e juram que são reais; conheça alguns exemplos.

Toda cultura tem os seus seres mitológicos. No Brasil, temos histórias como a do Saci ou da Mula-sem-cabeça. Nos outros países, isso não é diferente.

Porém, assim como existem diversos mitos, também há diversas pessoas que acreditam neles e juram que são reais. O jornal Huffinton Post listou algumas das histórias que fazem sucesso em outros países.

Segundo a publicação, cerca de 54% dos islandeses acreditam na existência de criaturas conhecidas como Huldufolk. Eles seriam espécies de elfos do tamanho de seres humanos, mas invisíveis.

Na Escócia, a lenda do monstro do Lago Ness - mencionada pela primeira vez no século VI - segue sendo passada de geração para geração.

Em 1969, um submarino vasculhou as profundezas do Lago Ness, em uma viagem patrocinada pela World Book Encyclopedia, para tentar localizar o animal. Nada foi encontrado. Mesmo assim, a região é alvo de turismo cultural por conta do mito.

Em Porto Rico, o Chupa-cabra amedronta os menos céticos. A lenda começou quando, em 1995, oito ovelhas foram encontradas mortas.

Segundo o mito, o animal teria 3 metros de altura e teria quatro patas. Mesmo depois de registros de sua presença em diversas localidades, o Chupa-cabra é alvo de dúvidas para cientistas. Segundo eles, o animal que matou as ovelhas seria um coiote, doente de sarna.

Em New Jersey, nos EUA, existe a lenda do Diabo de Jersey, uma criatura com cabeça de cabra, asas de morcego, pernas de cavalo e estatura de um canguru. Embora seja considerado folclore por muitos, existem grupos que juram que o animal existe e um site já foi criado para narrar os diversos encontros com a fera.

Em toda a Europa, a existência das fadas é sustentada por diversas pessoas. De acordo com a lenda, quando uma criança diz que fadas não existem, uma delas morre.

Em 1999, irlandeses pararam a construção de uma auto-estrada porque exigia a queda de um pinheiro. Neste pinheiro, acreditava-se que as fadas se encontravam rotineiramente.


Fonte: Terra

As traições de Marina. Bem que avisei!

Em 2003, ainda no começo do governo do presidente Lula eu, que ainda não era jornalista, dei uma entrevista para o Estadão na qual afirmava categoricamente: “não confio na Marina Silva nem para cuidar do meu jardim”, CLIQUE AQUI para conferir. Confirmei minhas palavras no discurso que proferi na ONU ao receber de Kofi Annan o prêmio das Nações Unidas para o Meio Ambiente. Os petistas se arrepiaram, reclamaram e me criticaram. Não deu outra: se arrependeram. Em 2010, quando o Partido Verde aceitou a bancar a candidatura de Marina para presidência da República, novamente eu avisei em diversas oportunidades, que eles estavam dando um tiro no próprio pé. Fui criticado e esculhambado por algumas lideranças do PV. Não deu outra: eles também se arrependeram.
Quando Eduardo Campos oficializou a candidatura de Marina Silva como vice em sua chapa eu não perdi a oportunidade. Novamente afirmei em entrevistas e artigos que o PSB iria se arrepender. E, mais uma vez, não deu outra: Marina, além de não transferir votos, ainda criou uma série de dificuldades políticas para Eduardo, levando seu nome a patinar entre 10% do eleitorado. Não fosse sua trágica morte, ele sairia da eleição muito menor que entrou. E grande parte da culpa teria o sobrenome Silva.
Seria eu um implicante sem razão contra Marina Silva ou será que Deus me concedeu o dom da adivinhação? Nem uma coisa, nem outra. Sou apenas um pragmático, que não dá asas a paixões avassaladoras de momento e nem me deixo levar pelas emoções de ocasião. E assim penso que deva ser cada brasileiro que tenha consciência sobre a sua responsabilidade de decidir o destino do país.
Marina Silva foi ministra de Lula por oito anos e “abandonou” o governo quando percebeu que seu ego se apequenava diante do crescimento da influência da então também ministra Dilma Rousseff. O Planalto estava pequeno demais para as duas. Também deixou o Partido Verde ao perceber que a legenda não se dobraria tão fácil a sua sede de poder. Eduardo Campos sentiu o amargo sabor de Marina ao ver alianças importantes escorrerem por entre seus dedos. Marina atrapalhou, e muito, sua candidatura. Isso é um fato que nem o mais bobo líder do PSB pode negar.
Marina está fadada a trair
O grande ego é o pai da traição. Quem se sente um predestinado e prioriza o culto a personalidade tem medo da discordância, da crítica. É esse medo que gera uma neutralidade perigosa e falsa. E a neutralidade é a mãe da traição. Seres humanos com grandes egos quase sempre se posicionam entre o conforto de “lavar as mãos” e o silêncio covarde de suas convicções.
Marina Silva é assim. Simples assim.
Nas últimas Eleições presidenciais Marina ficou NEUTRA. Alguém se lembra?
Ao contrário do que desejavam seus milhões de eleitores – que ansiavam por uma indicação, uma orientação ou um caminho – Marina calou-se. Não apoiou Dilma e nem Serra. Com medo de decidir, declarou-se neutra. E ajudou a eleger Dilma.
Claro, não se espera de um político uma sinceridade absoluta, mas pelo menos transparência em algumas das suas convicções básicas. Isso Marina não faz. E quem não o faz assume o destino da traição. Vejamos:
a)      Se eleita, Marina Silva irá mudar o atual Código Florestal?
SIM (trairá o agronegócio)
NÃO (trairá os ambientalistas)
b)      Se eleita, Marina Silva irá abandonar os investimentos no Pré-sal e passará a investir em fontes alternativas para a matriz energética?
SIM (trairá a Petrobrás e seus parceiros)
NÃO (trairá os ambientalistas)
c)       Se eleita, Marina Silva irá interromper a construção de Belo Monte?
SIM (trairá os empresários)
NÃO (trairá os ambientalistas)
d)      Se eleita, Marina Silva irá apoiar o casamento gay?
SIM (trairá os evangélicos)
NÃO (trairá os movimentos sociais)
e)      Se eleita, Marina Silva será contra a pesquisa de células tronco?
SIM (trairá os pesquisadores e a academia)
NÃO (trairá os evangélicos)
f)      Se não for ao segundo turno, Marina repetirá sua posição de 2010?
SIM (trairá a oposição)
NÃO (trairá a si mesma)
Essas são apenas algumas perguntas que Marina Silva não responderá. Ou o fará por meio de respostas dúbias e escamoteadoras, bem ao seu estilo. No final, ninguém saberá realmente o que ela pensa. Sob pressão, ela jogará a responsabilidade para a platéia e sacará de seu xale sagrado a carta mágica:FAREMOS UM PLEBISCITO!  Esse é o estilo Marina de ser. E esse é o tipo de comando que pode levar o Brasil ao encontro de um cenário de incertezas e retrocessos. O que ela fala – ou melhor – o que ela não fala hoje, será cobrado no Congresso Nacional caso venha a se eleger. Como Marina negociará com a bancada ruralista? Com a bancada religiosa?
Você, caro leitor, vai arriscar?
Eu não. Se não me bastassem os fatos, tive a oportunidade de olhar profundamente os olhos de Marina e de segurar em suas mãos. E não gostei do que vi. E não tenho medo de críticas. E tenho orgulho das minhas convicções.
Marina: olhei em seus olhos e segurei em suas mãos. Dener Giovanini

Explicação de Marina sobre avião contradiz nota do PSB


A explicação da candidata Marina Silva (PSB) nesta quarta-feira no Jornal Nacional sobre o uso do avião na campanha de Eduardo Campos revelou uma contradição nas versões apresentadas até agora sobre o negócio. Enquanto a candidata diz que haveria um pagamento pelo uso da aeronave, o PSB informou, em nota divulgada na véspera, que os empresários autorizaram o uso do avião e que as horas de voo seriam contabilizadas ao fim da campanha, com a emissão de um recibo eleitoral. Esse tipo de recibo é utilizado apenas para registrar doações. O Globo questionou o PSB sobre a contradição, mas não obteve resposta até a publicação da matéria.

Em dois momentos, durante a entrevista ao JN, a candidata repetiu que haveria pagamento aos empresários apontados pelo PSB como donos do avião.

— Nós tínhamos uma informação de que era um empréstimo e que seria feito um ressarcimento no prazo legal, que pode ser feito, segundo a própria justiça eleitoral, até o encerramento da campanha e que esse ressarcimento seria feito pelo comitê financeiro do candidato — disse Marina. — O rigor é o de tomar as informações com aqueles que deveriam prestar as informações sobre a forma com que aquele avião estava prestando o serviço e a forma como estava sendo prestando o serviço era por um empréstimo que seria ressarcido pelo comitê financeiro — ressaltou, posteriormente.

O jato, de prefixo PR-AFA, caiu em Santos (SP) há duas semanas, matando o ex-governador Eduardo Campos e mais seis pessoas. Pelo posicionamento de Marina, o uso da aeronave seria lançado na prestação de contas como uma despesa. Com isso, o partido teria de repassar recursos obtidos de outros doadores aos empresários que cederam o jato para a campanha.

O PSB, porém, em nota assinada pelo presidente Roberto Amaral, afirmou na terça-feira que o uso foi “autorizado” pelos empresários e que, no final da campanha, seria feita a soma das horas de voo e a emissão do recibo eleitoral.

Ibope: Audiência do Jornal Nacional despenca com Marina. Só ganhou do Pastor Everaldo


O Ibope, mediu o interesse dos  telespectadores em ouvir os candidatos que estão concorrendo a Presidência da República e concluiu que, a audiência do Jornal Nacional , da TV Globo, com a presença da candidata Marina Silva (PSB) ficou aquém da alcançada pelas edições do programa que receberam seus principais adversários, Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB).

O programa da quarta-feira (27) marcou 21 pontos de média, sem variação no trecho da entrevista. Cada ponto corresponde a 65 mil domicílios na Grande São Paulo.

No dia 18, uma segunda-feira, Dilma havia alcançado 27 pontos na entrevista. Sete dias antes, Aécio marcou 22 pontos.

A Marina  ganhou apenas de Pastor Everaldo (PSC), que teve média de 20 pontos. Em todo o Brasil, o número de telespectadores do Jornal Nacional é duas vezes maior que a soma dos quatro principais telejornais concorrentes. A pergunta que fica agora para os institutos de pesquisas é, de onde estão saindo os votos para Marina, se o público não está tão interessados no que ela tem a dizer?


Especialistas veem equívocos de Marina em deixar o Pré-sal de lado


A proposta do programa de governo da candidata do PSB à Presidência, Marina Silva, de reduzir a prioridade que o pré-sal tem hoje nos planos de investimentos da Petrobras é vista como um equívoco pelos especialistas do setor. Seja porque a exploração dessas reservas é parte de um programa estratégico para o país se tornar um grande exportador de petróleo, ou pelo seu potencial de retorno financeiro para a estatal, eles dizem que desacelerar os aportes no pré-sal seria um retrocesso.

— Seria uma decisão estratégica que alteraria substancialmente a capacidade de investimentos do país em duas áreas fundamentais para o Brasil entrar numa rota de desenvolvimento social, a Educação e a Saúde — disse Nivaldi de Castro, coordenador do Grupo de Estudos do Setor Elétrico da UFRJ, referindo-se aos recursos da exploração do pré-sal que, por lei, irão para essas duas áreas.

Além disso, acrescenta, há o aspecto tecnológico. A Petrobras é a empresa com maior conhecimento na exploração de óleo em águas profundas.

— Diminuir os investimentos não seria uma boa estratégia, pois o país perderia essa liderança tecnológica.